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Tá ligado?!

A tecnologia e o elo da comunicação

Num post qualquer na minha página, falo sobre o quanto temos cada vez mais Tecnologia, para cada vez mais buscarmos um elo Humano. Como explicamos esse paradoxo? Sabemos o que acontece agora, mas e daqui dez ou vinte anos? Conseguiremos também, que a tecnologia nos auxilie nessa projeção?

O fato é que vivemos num século que tudo acontece muito rápido e buscamos o imediatismo. Colocamos no Google nossas dúvidas, desejos, curiosidades, alergias ou até mesmo como educar nossos filhos! Mas isso, comparado ao Viver, não existe apostila ou um manual de instruções. Somos seres diferentes e muitas vezes a indicação, acompanha contra-indicações!

A tecnologia facilita, convenhamos! Agora o excesso dela, pode prejudicar sua saúde e vida social.
Tenho notado que ultimamente os tablets e celulares, são comparados a “chupetas digitais”… Sim, merece uma atenção, pois essa modernidade acarretará enormes transtornos no futuro.

Podemos dosar essa quantidade de tecnologia diária? A resposta é simples: SIM!

 

Máquinas, carros, babá eletrônica, aplicativos entre outros dispositivos são essenciais para sobreviver nesse modelo atual. Apenas deve-se descobrir um limite para essa interatividade.

Não podemos esquecer que somos feitos de emoções, sentimentos e hormônios, uma máquina perfeita… Muitas vezes esses cálculos não funcionam na vida real!

Valorize suas características, e considere que uns suportam coisas totalmente diferentes de outros. Não espere chegar no seu limite. Faça acima de tudo, comparativos, levando em consideração sua experiência de vida. Ela é absoluta e seu melhor banco de informações! Sejamos usuários da tecnologia e não seus escravos…

Outro dia na costureira, comentei que quando eu era criança, ficava ao lado da minha mãe ou avó, cortando tecidos e brincando com esses retalhos. Sempre tinha algo pra gente brincar e estimular nossa criatividade. Ela também se recordou de como brincava, mas não sabia mais como tirar o celular da sua neta, visto que todos os dias ao chegar da escolinha, tinha o “hábito” de assistir essa programação. Curioso e preocupante. Um vício que atinge a humanidade, distorcendo os valores da Vida.

O Ser, é estar de bem com a vida, muito mais do que o Ter!

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