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Criação artística na primeira infância e seus benefícios

Técnicas para desenvolver a criatividade

Você pode começar pelo giz de cera, pintura a dedo, massa de modelar, mas existem outros materiais e técnicas que a criança, poderá explorar.
Algumas técnicas, bem utilizadas sob supervisão dos pais e/ou cuidadores, você confere aqui:

O giz de cera

Algumas crianças de dois anos consideram o giz grosso mais fácil de segurar e manipular, mas outras preferem o giz comum, mais “fino”. Prender o papel com fita adesiva ainda é um recurso para evitar a frustração, mas se for possível, utilize um cavalete. Se você tiver adotado o papel de jornal ou de desenho em rolos, prenda uma folha larga na mesa da cozinha e sugira à criança criar um mural, que será pendurado na parede do quarto dela.

A pintura a dedo

Esse é um recurso muito comum nos jardins de infância, grande favorito das crianças que gostam da sensação tátil de espremer as tintas pastosas através dos dedos. Algumas crianças, no entanto, reagem mal à pintura a dedo porque não gostam de sentir os dedos sujos de tinta. Não pressione. Existe uma alternativa mais limpa: a “pintura a dedo” com creme de barbear ou com espuma de sabão, durante o banho (mas acompanhe o processo, para que o/a artista não passe o creme nos próprios olhos).

A massa de modelar

Ela pode ser espremida, enrolada, esticada ou moldada; pode-se criar relevos na massa, pressionando-a com objetos variados-a massa atóxica, de cores variadas, é uma grande diversão para crianças dessa faixa etária. Você poderá comprá-la, ou fabricá-la em casa.* (Crianças dessa idade ainda não têm maturidade para utilizar argila de verdade.)

A pintura com pincel

No terceiro ano de vida, muitas crianças gostam de pintar com pincéis e guache. Um pincel de abo grosso é mais fácil de segurar que um pincel fino, além de produzir pinceladas mais largas, mais satisfatórias. Se você compra potes grandes de tinta, coloque uma pequena quantidade de cada cor em recipientes pequenos, inquebráveis, nos quais a criança possa mergulhar o pincel. Para reduzir acidentes com tinta derramada faça buracos do tamanho de cada recipiente de tinta numa esponja espessa, e encaixe os recipientes nos buracos. A atividade de pintura também fica mais fácil e menos caótica com o uso de um cavalete vertical, com recipiente para tintas. Para conseguir uma imagem especular muito interessante, peça a criança para pintar apenas um dos lados de uma folha de papel (dobre o outro lado para baixo, para evitar que seja manchado). Quando o trabalho estiver concluído, com a tinta ainda molhada, dobre o lado limpo da página sobre o lado pintado, e comprima o papel.

A pintura com esponja

Esponjas industriais em forma de animais ou esponjas de limpeza comuns, recortadas em formas interessantes, podem ser mergulhadas em guache e pressionadas sobre o papel, constituindo um recurso comodamente manipulado por dedinhos pequeninos. Pode-se também transformar um pedaço de esponja em “pincel” , prendendo um pregador de roupas a uma das extremidades da esponja. Outros interessantes substitutos dos pincéis: cotonetes, penas e escovas de dentes velhas.

Outras atividades como a pintura com barbante, pintura com água – para uma criação livre no quintal de casa, carimbos com legumes ou borrachas e o bom livro para colorir, mas não imponha regras. Deixe a livre para colorir da forma que queira se expressar!

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